Sentem que lá vem história — e daquelas que fazem a gente questionar se é notícia ou roteiro de série política mal disfarçada.
Porque, aparentemente, na charmosa Pinheiro, sob gestão do prefeito
André da Ralpnet (Podemos) a educação resolveu virar protagonista de um enredo digno de plot twist: uma licitação básica (ou deveria ser, né?) para compra de livros didáticos simplesmente aparece com um valor de mais de R$ 17,5 milhões. Sim, você leu certo. Milhões. Para livros.
Porque, aparentemente, na charmosa Pinheiro, sob gestão do prefeito
André da Ralpnet (Podemos) a educação resolveu virar protagonista de um enredo digno de plot twist: uma licitação básica (ou deveria ser, né?) para compra de livros didáticos simplesmente aparece com um valor de mais de R$ 17,5 milhões. Sim, você leu certo. Milhões. Para livros.
E aí começa o desfile de coincidências que ninguém pediu.
Segundo a denúncia enviada ao Tribunal de Contas, o edital não estava exatamente… como podemos dizer… “aberto ao amor”. Pelo contrário: ele teria sido tão específico, mas tão específico, que parecia quase um teste de compatibilidade — tipo “se não for esse aqui, nem tenta”.
Critérios técnicos super detalhados, formatos engessados, exigências que praticamente desenham o produto ideal… e adivinha? Isso pode limitar a concorrência. Mas calma, deve ser só uma coincidência, né? 🙃
Porque claro, nada mais natural do que uma licitação pública que, em vez de ampliar possibilidades, parece escolher previamente quem pode participar.
E não para por aí.
Até o tal “laboratório de matemática” entrou no pacote da desconfiança — com listas de materiais tão específicas que fica difícil não levantar aquela sobrancelha básica de quem já viu esse filme antes.
Agora vamos ao ponto que realmente dói: quando a concorrência diminui, o preço sobe. Quem paga? Adivinha. Exato. A gente.
Ou seja, não é só sobre livros. É sobre como o dinheiro público pode escorrer pelos dedos enquanto todo mundo finge que está tudo “dentro do edital”.
A cereja do bolo? Já pediram a suspensão da licitação. Porque, aparentemente, alguém ainda acredita que dá pra parar o trem antes que ele descarrile de vez.
Enquanto isso, a gestão segue no clássico modo: “vamos ver no que dá”.
E a gente aqui, assistindo de camarote, pensando:
educação de qualidade é prioridade… mas pelo visto, o roteiro ainda está sendo escrito — e não exatamente pelos professores.
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